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O método equals é comumente usado em um programa Java para testar a igualdade de dois objetos. Este é realmente um método definido pela classe Object a partir do qual todas as outras classes herdam de acordo com o princípio fundador da Java: "Tudo é um objeto."
Mas é claro que o conceito de igualdade entre dois objetos deve ser verificada em tempo hábil de acordo com a classe dos próprios objetos: em outras palavras, o método equals pode e muitas vezes deve ser redefinido (ou substituído) por interesse de classe.
O processo de redefinição pode ser cobrado para o programador, no caso de classes especiais, definidos pelo programador si mesmo, mas é geralmente já foi feito para as classes mais comuns.
O objetivo deste trabalho é examinar a natureza e os limites da redefinição do método equals para StringBuffer e classes StringBuilder, use extremamente comum para o gerenciamento de conjuntos de caracteres alfanuméricos.
Ambas as classes são usadas para armazenar uma seqüência dinâmica de caracteres, que podem, então, mudar durante a execução do programa e ambos herdam a mesma seqüência dos pais de classe.
StringBuilder pode ser usado com êxito somente se o programa envolve um único segmento, enquanto StringBuffer suporta a sincronização necessária para multithreading.
A peculiaridade dessas classes, no que diz respeito ao método equals, é incorporada no fato de que não é feita qualquer redefinição. A redefinição (ou substituir) deste método é de fato feito apenas na classe String base, que ambos derivam. Essa escolha leva a conseqüências não inteiramente intuitiva, que influenciam o uso dessas classes.
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